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4 de novembro de 2009

Ao léu

Devaneando lento e permanentemente, sinto estalinhos travessos alfinetando minhas emoções em cada palavra: sentida, degustada, a trago feito harmonia, ainda mais, esperança.

Mas, espera.

Esperança.

Mais espera.

Esperança.

Coloquei-me numa posição e daqui não saio tão cedo.

De perto vivo minhas fortalezas e, não obstante, observo minhas fraquezas como muito mais interessantes.

Será o mesmo pra você?

De dentro de você pra si mesmo, para a poetisa que dentro de ti vives?

Pois o poeta que está em mim, assim é, ¨soul e só¨*.

Como será sentir-te com dedos gravitacionais sem pudores órfãos do que se possa esperar sentir?

Não sei, não sei, não quero saber, logo enlouqueço de vez...

Nesses dias, nessas ruínas medievais, no velho continente, o que tenho sentindo é que a sua presença em mim ¨...faz da minha carne triste quase feliz¨.


*¨soul e só¨: http://desabafoamplificado.blogspot.com/2009/10/suando-alma.html

4/11/09 Kavala

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