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16 de novembro de 2009

Deses-perança

Meus sentidos nos teus me fazem disléxica em utópica noite, início de mudanças.

Enquanto o vento balança roupas nos varais e folhas secas, o alcoolismo coadjuva entre a terra e o céu.

Que bando de palhaços no zoológico dos prazeres desgraçados...

Todos. Em seus plexos solares, que seja, almejam uma revolução.

- Quero ser livre

Urraram do penhasco sem fim.

Um tom, um som.

Não há dúvida.

Da força fez-se a união.

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