eXTReMe Tracker

6 de dezembro de 2009

Nú ri

Boto o pijama

Aperta o cinto, abre o cinto, fecha o cinto

Despertando roncos

Ali eu aqui

Quero ficar só e criar atmosfera para estar no meu ápice

Declínio da confusão

Ahhhhh envergação bendita!

Pipocas e conhaques, deus meu, como sou ordinária

Obrigada, obrigada, oh, cúmulo, obrigada

Não vou, nem fui, nem sou, nem serei

Ao contrário de ontem, não nadarei na marginal, pinheiros ou Tietê

Tão pouco vou dar braçadas no ar, pisei pezinho no chão, gente, que mundo mais podre de bonito! É magia negra.

Que orgasmo marginal, cortei as asas, e e e, h!

Engasguei a Hiroshima nos pulmões, AO CARAIO divisão!

Meu esôfago dói, ou será meu fungo invernal?

Não engulo, cuspo, cuspo.

Bater palmas pra que, hein?Foi uma miséria, foi doente ver a realidade faminta, ¨oh, obrigada por me convidar para o filme, e que?¨

Andarilhos das BR(s), cada um na sua, necessito de uma bala e um espirro para despertar a atenção em tantas diferenças de um, de outro, vagabundo.

Que canalhice salvadora pode ser a fé

O parque! Que parque?

O parque...

Ah o parque...o parque foi mãe, foi pai...malditos gatos saiam do meu armário!

Nada precisa fazer sentido, isso é ser louco?

Mamãe perguntou:

Filho o que você quer ser quando crescer?

Ele posou:

Um notório homossexual!

Ta í.

Pingo no í, pinga ni mim, do nada fezes no absoluto

E a vazão é tão grande que não encontro mais encaixe nesse drama imperial

Vida a vira.

Já perguntei de onde vieram as formigas?

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