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19 de dezembro de 2009

O beijo.

O sino badalou.

Eram 12 horas. Era hora de voar.

Decidi que ia morar em uma fazenda.

Uma ¨comuna¨do bem, foi no que pensei.

Hoje a idéia ainda acompanha os pensamentos do dia: soprei baixinho o nome do menino enquanto caminhava na rua.

Olhava pra outro, não parecia com ele, apenas intuí instantaneamente e o disse, não para este, não para nada que se possa entender...

Não. Não incomoda caminhar só pelas ruas no frio da madrugada.

Faz.

Fez.

Há de se entender a ¨língua¨ das mulheres, nós.

¨Os vagabundos desta noite não me atraem.¨

Deveras, tudo está presente e seguimos permanentes. A noite foi ¨achada¨ a saco e descoberta na medida.

Já perambulei, encontrei e perdi.

Amigas, mulheres.

Perdão.

Moscatel, whiskie, moscatel.

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