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27 de dezembro de 2009

A versos

Muitos pensamentos e respiro todo o ar que possa entrar; inflando e esvaziando o pulmão.

Desgraças do dia:

Sempre há, me toca no pessoal, sentimento profundo – leio o jornal – aleatoriamente engulo informação e trago alguns infortúnios.

Há chuva. Ela se manifesta e tudo já é diferente do que passou.

Sentimento bom: Esse me invade.

Aonde há esperança, aqui estou.

Se há por onde fazer, ali estou.

Sem dúvidas, as ações me comovem, fazem de mim o que quero ser.

Me como. Vem.

Carecas pelas ruas...

Sem seus ¨para-aguas¨, caras na perdição.

São muitos. Esqueceram não só o que ¨para a água¨, como de suas ¨ladys¨ em casa. Em casca.

Nada mais pode ser sublime.

Será possível sempre, todos os dias, alcançar o núcleo das coisas?

Ou estamos fadados a permanecer no manto e provar as profundezas como aperitivo?

Você provoca discussões ou prefere o âmbito de verdades estáticas?

Muitos sinais, muita ortografia e me esqueço de viver para perseguir meus rabiscos provedores de harmonia intensa. Me sinto bem.

Pra tudo há o momento propício.


- Aqui me largo, espero estirar-me mais.


Margem ortográfica, discussões de interesse político interno que se comunicam externamente:

Faço simples, claro, assim quero chegar, simples.

Tudo há de ser unificado e desmembrar logo após.

Exteriorizando o vácuo dos interesses absurdos descobri um de meus estilos saboreando muitos outros:

¨Sussurro¨. Me aproximo da metalinguagem das coisas, da poesia, e não há o por quê do não.


23/12/2009

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