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13 de setembro de 2010

Um amargo silencio de volúpia rasa

É dar título ao intitulado, não começado, semi acabado.


Dar um nome antes que a poesia cresça, que a lírica se faça sentir.


Uma dessas noites, ao olhar o céu, as estrelas, pensou em morrer. Sentiu quão fácil seria e quão tênue é a linha do ser e do “ter que ser”; ainda mais, quão óbvias suas diferenças.


O tempo.O dinheiro. Os valores. As perguntas. E muitos outros desgostos adquiridos enquanto não se faz o que se quer...tentando agradar alguma partícula do que quer que seja em qualquer um, tragando no escuro a satisfação de alimentar uma voz interior; cujo o canto vez ou outra volta pra insistir, até ser esquecido, dissimulado, até virar um conto da carrochinha...


“Uma loucura” diriam alguns distantes.


É uma noite razoável e boa, assim como essa manhã que como o lençol se desdobrou em entardecer. A madrugada assobia continuamente.

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