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23 de abril de 2012

Meu eu anão

Me varrendo para fora de nossa casa
Crispa no cimento sua vassoura a me devassar

A casa que nunca teve paredes e da fundação se fortificou em meio à distância...

- Por que não me quer mais?!!!!!!

A mulher que chora e se demora
Sua loucura infame vem de um ciclo nada mais que animal

Sim, uma animal com um cordão umbilical imaginário por Um dia, só um dia só
Num trabalho de parto, eu - dor : tudo em você é núbio

Deixada a desvanecer em seu precipício particular
E a Jorrar plasmas peculiares inseguros, irracionais...Tão se "amando" quanto se admira o o bicho num reflexo dele mesmo envergonhado e reduzido ao seu próprio ódio e auto menosprezo

Porque só um homem para entender o que não se pode entender de uma mulher


E meu pó lentamente pareia cada qual por um cada canto, já que insististe em deixar, hum, tudo brando




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