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10 de fevereiro de 2015

O dia

Estou eu cá, me emociono, pra variar
Com suaves gestos escuto gentis palavras 

Atrás dos véus que balançam
Vejo por detrás, pois se deixa mostrar, a força frágil se compartilhar

E após desvendar, o que as mulheres podem gerar
Cresce à vontade em delonga nesse luar

Seguido de uma dança, escorre uma lágrima
Me vejo: eu sou ele e ele eu

Uma lágrima de felicidade

O relógio escorre a La Dali
Se formam os rios de louvor

Encontro o que se havia perdido


Soou

Ele mostra que não devo ser com ele, para ser inteira
Devo ser inteira para ser 

Rio

Estações de Vivaldi passeiam por meus sentidos
Eu gosto do gosto das manhãs, das madrugadas, de observar a lua, ele e tudo

Agradeço aos céus e me alinho com o divino, graças à natureza
Tempos pretéritos ressoam 

Ainda mais sabor, não desviado dos propósitos, não obstante do Amor

O puro e verdadeiro Amor...

Deixar ser, livre viver
Sinto um gosto de vento na garganta 
Sopro transmutador

Agora é tempo, como sempre é
Aonde formos, é amor

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